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Fábio Rodrigues Pozzebom/ABr

Emenda foi aprovada por 17 votos a 15, e outras duas abstenções, com apoio do DEM, do PSD, do PSDB e do PP

 

A comissão especial da reforma política aprovou, nessa quarta-feira (9), alteração na forma de eleger deputados e vereadores. Em vez da eleição proporcional, pelo qual as cadeiras são distribuídas conforme a votação de partidos e coligações, entra o sistema de voto majoritário, pelo qual se elegem os mais votados, o chamado distritão. Nesse caso, são eleitos para o Legislativo aqueles que obtiverem o maior número de votos até o preenchimento das vagas em disputa. Parlamentares contrários à mudança argumentam que a mudança favorece a reeleição dos atuais deputados, mais conhecidos do eleitor.

O destaque foi aprovado por 17 votos a 15, mais duas abstenções, com o apoio do PSDB, do DEM, do PP e do PSD. A ideia inicial é que essa alteração seja válida como transição para o chamado voto distrital misto, na eleição de 2022, pelo qual o eleitor vota duas vezes: no candidato de seu distrito (a ser definido) e no partido, responsável por elaborar uma lista preordenada de candidatos.

Veja como foi o voto de cada deputado sobre o distritão:

Quem votou a favor

Celso Pansera (PMDB-RJ)
Hildo Rocha (PMDB-MA)
Sérgio Souza (PMDB-PR)
Laura Carneiro (PMDB-RJ)
Fausto Pinato (PP-SP)
Lázaro Botelho (PP-TO)
Cacá Leão (PP-BA)
Efraim Filho (DEM-PB)
Sóstenes Cavalcante (DEM-RJ)
Renata Abreu (Pode-SP)
Gilberto Nascimento (PSC-SP)
Cristiane Brasil (PTB-RJ)
Benjamin Maranhão (SD-SP)
Irajá Abreu (PSD-TO)
Thiago Peixoto (PSD-GO)
Toninho Wandscheer (Pros-PR)
Marcus Pestana (PSDB-MG)

Quem votou contra

Walney Rocha (PEN-RJ)
Vinicius Carvalho (PRB-SP)
Henrique Fontana (PT-RS)
Maria do Rosário (PT-RS)
Rubens Otoni (PT-GO)
Vicente Cândido (PT-SP)
Edio Lopes (PR-RR)
Orlando Silva (PCdoB-SP)
Luciano Ducci (PSB-PR)
Tadeu Alencar (PSB-PE)
Eliziane Gama (PPS-MA)
Leandre (PV-PR)
Afonso Motta (PDT-RS)
Diego Garcia (PHS-PR)
Luiza Erundina (Psol-SP)

Abstenção

Betinho Gomes (PSDB-PE)
Miguel Haddad (PSDB-SP)
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