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Um tema que é sempre importante para mim, tanto na vida pessoal quanto na atividade profissional, é a do pensamento positivo – força que nos levará a alcançar os nossos objetivos, ainda que por caminhos mais longos e tortuosos.

Essa atitude positiva frente a tudo que acontece na vida é fundamental para quem está desejando, e desejando muito, conquistar algo importante. Hoje em dia, damos a ela o nome de motivação, palavra moderna para ajudar na solução de situações do dia a dia que precisamos enfrentar a cada momento. Grandes homens já falaram e escreveram sobre isso, e acho que vale a pena expor alguns desses conceitos. Benjamin Franklin, por exemplo, disse: “Viver é enfrentar um problema atrás do outro. O modo como você o encara é que faz a diferença”.

Para quem não sabe, Franklin foi um dos homens mais importantes de seu tempo. O norte-americano viveu de 1706 a 1790 e, além de diplomata, filósofo e escritor, foi um dos líderes da independência do seu país e cientista que inventou o para-raios. Portanto, sabia muito bem o que estava dizendo. Também se atribui a ele – sem comprovação – o dito popular: “Não deixe para amanhã o que se pode fazer hoje”. Sejam ou não palavras de sua autoria, esse provavelmente é o melhor conselho que se pode dar a quem deseja alcançar o sucesso em qualquer empreitada. De qualquer modo, Franklin afirmou, mesmo, que “o caminho dos preguiçosos é cheio de obstáculos, ao passo que o do diligente não tem quaisquer embaraços”.

Pixabay/Domínio Público

“Mesmo o pior erro possível é melhor do que nunca tentar nada”

Com frequência, e sem razão evidente, as pessoas adiam decisões importantes, como a de começar um curso superior. Elas querem estudar, querem se qualificar, querem se tornar competitivas, mas, inexplicavelmente, ficam adiando a decisão e acabam perdendo a oportunidade. Como se diz no Rio Grande do Sul, deixam o cavalo passar encilhado, aparentemente ignorando que ele nunca mais voltará para ser montado.

Mas o motivo dessa falta de ação é simples: medo. Medo do fracasso. Medo da dor. Medo da rejeição. Às vezes, temos medo de atitudes simples, como pegar um avião, ou de ações grandes, como tomar uma decisão. Afinal, e se tomarmos a decisão errada? E se cometermos um erro impossível de desfazer? Não importa do que temos medo, uma coisa é sempre verdade: com o tempo, a dor de não ter tomado uma atitude se torna pior do que o medo de agir. Parece que estamos carregando um tumor gigante.

Em resumo, é melhor pagar para ver do que ficar à toa na vida, esperando a banda passar sob a nossa janela. Temos de cometer nossos próprios erros para aprender nossas próprias lições, conscientes de que o saber é melhor do que o ponderar, que o despertar é melhor do que o sonhar. E que mesmo a maior falha, mesmo o pior erro possível, é melhor do que nunca tentar nada.

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